sexta-feira, 18 de maio de 2018

Coletânea das Ocorrências Policiais da Guarda Especial de Brasília - GEB


Amigos, gebianos e pioneiros de Brasília.

Finalmente, veio à lume a Coletânea das Ocorrências Policiais da Guarda Especial de Brasília - GEB com cerca de 1.750 páginas.
A obra, que visa registrar a memória e a história dos primórdios de Brasília no que tange aos albores da Segurança Pública, reproduz os registros da época.
Editada em três tomos, ricamente encadernados, que foram prefaciados pelos pioneiros: ADIRSON VASCONCELOS ( o maior historiador de Brasília), Amador de Arimathéa ( um dos construtores desta cidade e historiador também) e Roosevelt Dias Beltrão ( atual Presidente dos Clube dos Pioneiros de Brasília), todos membros do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.
Os compêndios com seus registros da época, permitirão estudos sociológicos, históricos, políticos, análises de toda ordem aos pesquisadores e amantes da historiografia candanga.
Na condição de ex-Tenente da Guarda Especial de Brasília e pioneiro tenho a honra de oferecer à Capital da Esperança , como mero organizador, este gigantesco registro histórico, que dissipa, também, estórias e fantasias inverídicas.
Trata-se de uma produção literária voltada exclusivamente aos estudiosos de um passado recente de Brasília, que é a saga juscelinista no país.
Uma obra para estudos acadêmicos!
Cordialmente
José Carlos Gentili
Organizador

sexta-feira, 4 de maio de 2018

ANIVERSÁRIO YVONE DE SOUZA ALMEIDA

CIRC-SEC Nº 14/2018
04-MAI-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que hoje comemoramos o aniversário da acadêmica  YVONE DE SOUZA ALMEIDAque se destaca pela sua significativa atuação no cerimonial, onde participa ativamente, inclusive no âmbito nacional.

                 Pedimos que cumprimentem a acadêmica, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento, com os recursos da modernidade.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

terça-feira, 1 de maio de 2018

CÉU ÁVIDO


          
                                 Murilo Moreira Veras

Os inimigos, por Jove, nãos os tenho,
a sério, mesmo envoltos no mistério
que se debate no mais raivoso pélago.
Se os tive, guardo-os em segredo comigo.
Se acaso os relembro,
a ressoar seus nomes no livro da existência,
não me doem, a consciência já inerme,
simples pensamentos adredes
que ao senil prescreve
e o juvenil se atreve.
Amigos, sim, os tive, os tenho
e espero tê-los sempre
nesse nosso trilhar afora.
É como definir-se o reverberar do sonho
que o Destino espelha
em cada Céu Ávido
da outra vida que —
tê-la todos nós supomos. 

DEREK WALCOTT RENASCE EM BRASÍLIA


Jornalista José Carlos Gentili

“Todo efeito tem uma causa. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O poder da causa inteligente está na razão da grandeza do efeito.” - pensamento kardequiano que nos conduz ao fato da Academia de Letras de Brasília ter homenageado, em vida, o escritor caribenho Derek Walcott, detentor do Prêmio Nobel de Literatura, em 1992.
Por sugestão do confrade Marco Coiatelli, um visionário das causas inteligentes, a nossa entidade cultural concedeu ao escritor santa-lucence o título de Membro Honorário da Academia de Letras de Brasília, em 2015, promovendo em Castries, na caribenha Saint Lucia, magno evento de recepção na Embaixada do Brasil, sob o comando do confrade Sérgio Couri, embaixador plenipotenciário naquele país. Nesta festa de luzes, revestida de pompa e circunstância, o orador oficial, acadêmico Sérgio Couri, disse:
“Em nome da Academia de Letras de Brasília, em humilde mas sincera homenagem, a primeira do gênero para a Academia, gostaria de pedir ao acadêmico Marco Coiatelli, que excele em contos infantis e veio a Santa Lúcia especialmente para esta cerimônia, para fazer-lhe entrega do diploma de Membro Honorário e impor-lhe a correspondente comenda.” Aduziu, ainda: “permitam-me expressar minha extrema admiração pela conquista por Santa Lúcia de dois Prêmios Nobel. É uma proeza cantada pela brisa em todos os quadrantes da Terra, celebrada pelas Hespérides em seu Jardim único e projetada pela luz das estrelas em todas as galáxias do Universo.”
Santa Lúcia é o único país do mundo a ter dois ganhadores de Prêmio Nobel, que são - William Arthur Lewis e Derek Alton Walcott.
Festa de gala para receber o autor de Omeros, poema épico homérico, caribenho que passou a engalanar o Quadro de Membros Honorários desta Casa de Cultura juntamente com os eméritos escritores Arnaldo Niskier, Deonísio da Silva, João Malaca Casteleiro, Vamireh Chacon, estrelas das constelações das Letras mundiais.
As Letras são apátridas em sua gênese. Não se confinam nos limites de suas origens. São criações metafísicas que navegam no Olimpo das inteligências humanas. Seus partícipes são entes mercuriais alados a percorrerem o universo de nossas memórias.
E a memória da Academia de Letras de Brasília guarda no escrínio da saudade a figura deste teatrólogo, professor de Poética, da Universidade de Essex, que nos deixa na planície dos homens.
Morre hoje, 17 de março de 2017, aos 88 anos, Derek Alton Walcott, membro de duas academias literárias, da Academia de Letras de Brasília e da Svenka Akademien, na Suécia.
Vivemos numa Aldeia Global, no dizer do filósofo canadense Herbert Marshal Mcluhan, que a propósito Derek enunciava: “Nosso arquipélago é o sinônimo de pedaços separados de um continente original”.
A feitio dos aedos da Grécia antiga, ficamos na Capital da Esperança a cantar seu poema: “Sou um mulato que ama o mar./ Recebi uma sólida educação colonial./Há em mim muito de holandês,/Negro e inglês:/Sou ninguém ou sou toda uma nação.”
Mulato como Machado de Assis, um dos idealizadores da Academia Brasileira de Letras, Derek costumava relembrar Boris Pasternak, reafirmando:
“Great poets have no time to be original.”

segunda-feira, 30 de abril de 2018

ANIVERSÁRIO LINCOLN MAGALHÃES DA ROCHA

CIRC-SEC Nº 13/2018
30-ABR-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que hoje comemoramos o aniversário do acadêmico  LINCOLN MAGALHÃES DA ROCHA, ex-presidente, que se destaca pela sua significativa atuação no Tribunal de Contas da União, pelo magistério na Universidade de Brasília e  pelas obras, jurídicas e poéticsa.

                 Pedimos que cumprimentem o acadêmico, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento, com os recursos da modernidade.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

segunda-feira, 23 de abril de 2018

ANIVERSÁRIO GIOVANI IEMINI

CIRC-SEC Nº 12/2018
23-ABR-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que hoje comemoramos o aniversário do acadêmico  GIOVANI IEMINIque se destaca pela sua significativa atuação na ala jovem do sodalício, dando o necessário suporte ao nosso blog, comoWebdesigner Webmanager.

                 Pedimos que cumprimentem o acadêmico, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento, com os recursos da modernidade.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

sábado, 21 de abril de 2018

PRESENTE PARA BRASÍLIA NO DIA DE SEU ANIVERSÁRIO

“O HOMEM TEM A DIMENSÃO DE SEU PENSAMENTO”
                       José Carlos Gentili
  
A Academia Brasileira de Filologia, em 2017, entendeu distinguir a obra A Infernização do Hífen, de minha autoria, com o Prêmio Nacional Antenor Nascentes, honraria jamais pensada.
Na condição de pioneiro da Capital da Esperança desejo dedicar esta premiação a Brasília, uma vez que sou o primeiro candango a receber um laurel literário nacional, a quem devo infinita acolhida telúrica.
Amo Brasília! Amo o Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, no dizer de Humberto de Campos em mensagem mediúnica.   

                                                                                    Alguns Registros e Reflexões

A minha vinda para o Planalto Central é algo esotérico, inenarrável no contexto do universo exotérico. 
Aos treze anos, eu já editava um semanário – O Quarteirão, que circulava de forma restrita na Porto Alegre dos Casais, num bairro antigo, recanto de intelectuais, o Alto da Bronze, de tantas memórias.               
Aos vinte, eu já era um homem velho!
Senhor de cutelo e baraço das minhas vontades e decisões, era submisso ao Alto, tão somente.
Dizem os metafísicos que as nossas almas, regentes de nosso viver, são espíritos redivivos no tempo e no espaço.
Em verdade, eu não sou dono de mim, mas simples passageiro agônico, vivente de um momento, porque o tempo não existe, vez que ele é uma criação dos homens.
O acaso me levou ao canteiro de obras da Capital da Esperança, no dizer de André Malraux, nos albores da sua criação, quando a minha alma, em êxtase, se reencontrou consigo mesma.
Vim para ficar, vim para ajudar, para edificar e sedimentar um novo processo civilizatório. Este foi o sentimento que invadiu o meu ser, de forma avassaladora e imperial.
Talvez, a saga do Amanhã.
 Maktub!  Estava escrito...
Apesar de ser gaúcho de nascimento, o Nordeste sempre me encantou com sua cultura, com a sua música, com a sua alegria de viver, com a magia de seu litoral, com seu povo aconchegante e hospitaleiro. “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”, como afirmava Euclides da Cunha em o Sertões.
Convivi com Câmara Cascudo e fui apaixonado pela singeleza do armorial de Suassuna, gênios que habitaram o meu espírito, marcando-me para a eternidade.
Hoje, eu tenho raízes profundas fincadas no agreste brasileiro, a feitio de mandacarus que sobrevivem à seca e à todas as vicissitudes vivenciais de seu gentio.
Assim, no dia de Santa Luzia, 13 de dezembro, quando a sertaneja Exu, festejava internacionalmente o centenário de nascimento de seu filho mais ilustre – Luiz Gonzaga, a municipalidade e o Estado de Pernambuco me convidavam a lançar o romance Lagoa dos Cavalos, denominação toponímica daquela cidade.
Festa de luzes e cantoria durante uma semana para o Brasil e para o mundo.
Lagoa dos Cavalos é um romance histórico, onde a fantasmagoria da ficção se entrelaça com a história de nosso país, registrando a criação da Guarda Nacional, cópia da francesa Garde Nationale, implantada por um dos homens probos desta nação – Padre Antônio Feijó, célebre Regente, filho de um padre.
O romance mostra-nos as razões porque o Brasil é um país continental, falante da Língua de Camões, harmônico com sua população multifária, de credos, cores e idiossincrasias.
Por sua vez, a obra - A infernização do hífen nasceu em Brasília, quando a Academia de Letras de Brasília realizou evento imperdível no estudo da língua portuguesa – Simpósio Linguístico da Língua Portuguesa, reunindo as cabeças-pensantes do idioma, congregando os nove países lusófonos.
A temática foi: O POVO, A LÍNGUA E A GNOSE, celebrando-se o Dia Mundial das Línguas!
Como mero ouvinte e atento observador das falas magistrais dos filólogos e gramáticos presentes, convenci-me que algo deveria ser feito, ou seja, a busca das origens da hifenização.
Iniciou-se, então, imensa pesquisa na Torre do Tombo, na biblioteca da Academia das Ciências de Lisboa, na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro; assim, perambulei à busca de dados. Pesquisa autodidática, incansável, procurando-se nos desvãos das entrelinhas dos livros e alfarrábios o princípio da hifenização.
No Condado Portucalense o Rei D. Dinis e seus sucessores desconheciam o execrável hífen.
A obra em comento traz luz às sombras infernais da hifenização, explícitas na língua de Camões e, na francesa, revigorada pelo Rei Francisco, que a fixou pela Ordennance de Villers-Cotterêts, em 1539, na França.
Os livros têm o seu próprio destino (habent sua fata libelli) no dizer do gramático latino, Terenciano.
Dos 210 milhões de brasileiros, somos uma vintena de partícipes da quase tricentenária Casa do Barão de Lafões -  Antiga Academia Real de Letras de Portugal, hoje Academia das Ciências de Lisboa, encontro-me irmanado com intelectuais brasileiros que receberam esta honraria, quais sejam, por ordem de posses: Cleonice Serôa da Mota Berardinelli, José Sarney, Lygia Fagundes Telles, Marcos Vinicios Vilaça, Antônio Paim, Erwin Theodor Rosenthal, Gilberto Mendonça Teles, Arnaldo Niskier, Nélida Piñon, Arno Wehling, Evanildo Cavalcante Bechara, Alberto da Costa e Silva, Massaud Moisés, Fernando Henrique Cardoso, Antônio Gomes da Costa, Vamireh Chacon Albuquerque, Ana Maria Machado, Geraldo Holanda Cavalcanti, José Carlos Gentili,  Domício Proença Filho, Deonísio da Silva, Celso Augusto Nunes da Conceição, Renato Galvão Flores Júnior, Edvaldo Boaventura, Merval Pereira, Antônio Carlos Secchin e Marco Lucchesi.
A propósito, diga-se de passagem, que não sou um acadêmico ocasional, passageiro, meramente figurativo; mas, ao contrário, participo ativamente das lides acadêmicas de Além – Mar, a fixar a imagem de Brasília no contexto literário lusófono.
Assim, neste alinhavo, a mais recente comunicação, a pedido do Presidente Artur Anselmo, tratou de uma temática assaz polêmica e instigante: – O Futuro da Europa passará também pelo Brasil? Palestra que embasou o novo livro, de igual nominação, que nasce sob as bênçãos prefaciais de Adriano Moreira, ilustre sociólogo lusitano, integrante do nobilíssimo Conselho de Ministros de Portugal.
Às favas a futurologia, razão pela qual se examinou a questão sob o foco da União Europeia, que há 60 anos se consolida, desbancando a ONU, ora em declínio, mostrando que os mercados mundiais se voltam para o Velho Mundo. Assim, nasceu mais um livro, a ser lançado com este título, onde o ledor navegará pelos meandros do poder no mundo. 
Fecundo trabalho se concretiza neste primeiro trimestre do ano em curso; primeiro, com palestra envolvendo o direito autoral, intitulada – “A perspectiva humanística: Os direitos autorais e a infância no mundo cibernético”, no contexto do Colóquio sobre o Direito de Autor e Ética: Perspectivas multidisciplinares, na cidade de Lisboa; em segundo plano, comunicação intitulada – “O criptojudeu Pedro Álvares Cabral nasceu em Belmonte”, levada a efeito nesta última cidade, sob o patrocínio da Associação Internacional  dos Colóquios da Lusofonia.
Mais, nos dias 18 a 20, de 2018, palestra de abertura do Congresso Internacional dos 27O anos da Presença Açoriana em Santa Catarina- Mar, História, Patrimônio, Literatura e identidade, evento reunindo centenas de participantes, nacionais e estrangeiros, inclusive de lentes literárias, coparticipantes da Universidad de Salamanca. 
Perguntam-me, sempre?
Por que o Brasil não tem um único Prêmio Nobel de Literatura? –   indaga-me o ávido e ilustre leitor destas reflexões, neste momento.
Quiçá a resposta se encontre nas profundezas ignotas dos meandros político-sociológicos, onde o destino repousa nos braços do acaso, sob as vistas das oportunidades, que regem o universo dos acontecimentos.
Anos passados, por estes acontecimentos do destino, fui privilegiado por ter sido recebido na Svenska Akademien, na Suécia, pelo ilustre Odd Zschiedrich, que ofereceu o tradicional “chá das cinco” em inesquecível e fidalga visita. Hoje, o norueguês Odd, que me honra com   fidalguia e distinção, é o poderoso Mestre de Cerimônias da Casa Real, em Estocolmo.
A seguir, passei a conhecer esta notável instituição, a qual dediquei o livro de poesias, Universo do Verso, que elenca os poetas agraciados com Prêmio Nobel; obra, também, com edição espanhola, prefaciada pela dirigente da Universidade de Salamanca a doutora - professora Ascención Rivas Hernández.
O único escritor da língua portuguesa a ser agraciado com o laurel foi o português José Saramago, literato de indiscutível valor e nomeada, que mereceu apoio e incentivo literário do saudoso Primeiro-Ministro português – Mário Soares, ambos participantes do movimento socialista.
José Saramago, sempre polêmico, foi lapidar e categórico a respeito das nuances e tênues divergências lexicais e semânticas dos falantes  e seus falares no mundo da Língua de Camões:
                                                           “Não existe a língua portuguesa. Existem línguas em português”.
Seria maravilhoso e emulativo para a cultura brasileira, se um escritor brasileiro viesse a receber o galardão, mormente por tratar-se da maior população de língua portuguesa do mundo.
Trago à baila afirmativa de Saramago, encontradiça na obra Ensaio sobre a Cegueira, que nos remete ao universo do incognoscível: “ Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.
Vejam todos! Reparem todos!
Inúmeros e extraordinários literatos do Brasil reúnem inigualáveis condições de serem agraciados, pois têm visibilidade internacional e um conjunto de obras com dimensão de notável meritocracia.  São muitos, velhos e novos escritores, cuja nominação seria um ato imperdoável e insano, face à viabilidade de omissões ocasionais.
Costumo afirmar que o tempo é o senhor das ações e o tempo dirá! 

terça-feira, 10 de abril de 2018

Posse de Innocencio Viégas no IHGDF

Prezados confrades, 
amanhã, quarta-feira, 11 de abril, nosso confrade Innocencio Viégas tomará posse como membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, em solenidade a se realizar a partir das 19h.
A saudação ao empossando será proferida pelo confrade José Carlos Gentili.
Vamos, seus confrades da Academia, prestigiá-lo no posse (não precisa usar estola).
Tarcízio Dinoá Medeiros

sábado, 7 de abril de 2018

quarta-feira, 4 de abril de 2018

ANIVERSÁRIO JOÃO DE ASSIS MARIOSI

CIRC-SEC Nº 11/2018
04-ABR-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que hoje comemoramos o aniversário do acadêmico  JOÃO DE ASSIS MARIOSIque se destaca pelas suas obras e pelo conhecimento profundo do Latim, além do expressivo destaque na Literatura, inclusive jurídica.

                 Pedimos que cumprimentem o acadêmico, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

domingo, 1 de abril de 2018

ANIVERSÁRIO EVALDO FEITOSA

CIRC-SEC Nº 10/2018
01-ABR-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que comemoramos o aniversário do acadêmico  EVALDO FEITOSAque se destaca pela atuação na literatura, inclusive jurídica, e agora também no teatro.

                 Pedimos que cumprimentem o acadêmico, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro de acadêmicos, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

quinta-feira, 22 de março de 2018

ANIVERSÁRIO DINIZ FÉLIX DOS SANTOS

CIRC-SEC Nº 09/2018
22-MAR-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que hoje comemoramos o aniversário do acadêmico  DINIZ FÉLIX DOS SANTOSque se destaca pela sua diversificada atuação literária, poesia, crônica, teatro, ensaios, na sua obra “quase completa”.

                 Pedimos que cumprimentem o acadêmico, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro de acadêmicos, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

segunda-feira, 12 de março de 2018

ALMOÇO COMEMORATIVO

CIR-SEC Nº 08/2018
12/MAR/2018

Circular


O Presidente da ACADEMIA DE LETRAS DE BRASÍLIA,  acadêmico TARCÍZIO DINOÁ MEDEIROS, convida os confrades e confreiras, para o almoço comemorativo do 36º aniversário da Academia, sexta-feira ,dia 23 de março, a partir das  12h, no Hotel Nacional.
 A presença de todos é importante, porque representa um momento de congraçamento da comunidade acadêmica.

Traje: passeio.
Tarcízio Dinoá Medeiros
Presidente

quinta-feira, 8 de março de 2018

ANIVERSÁRIO ENA GALVÃO

CIRC-SEC Nº 07/2018
08-MAR-2018

Circular da Secretaria

A Secretaria da Academia de Letras de Brasília, lembra a todos que hoje comemoramos o aniversário da acadêmica  ENA GALVÃO, Vice-Presidente, que se destaca pela sua obra educacional, o que engrandece esta Casa de Cultura.

                 Pedimos que cumprimentem a acadêmica, lembrando que esta casa, de expressão internacional, pontifica na vanguarda das letras, graças ao seleto quadro de acadêmicos, empenhado em desenvolver as mais diversas áreas do conhecimento.


                               Iran de Lima
                           Diretor-Secretário

domingo, 4 de março de 2018

O AMANHÃ DO BRASIL



Costumo afirmar que o tempo não integra a Natureza, porquanto ele é uma criação dos homens.
Sim!  A dualidade do homem e o tempo!
O tempo é companheiro do vento, que passa e não volta, fugaz como a saudade.
Todavia, os homens e seus bons e maus exemplos cristalizam-se em suas memórias, algumas nefastas e outras alvissareiras.
Assim, por toda a eternidade na ambivalência do espectro da Ética.
O universo do livre arbítrio rege o mundo dos homens, sempre.
Nesta quadra da vida nacional, lembrei-me do clamor de um ícone romano, que invadiu a minha infância e puberdade, marcando meu espírito com o estigma da verdade e exemplo de honradez.
Ele persegue meus pensares, mas deveria avassalar, também, as mentes de nossos dirigentes nacionais.
É hora de clamar!

Brasília, 3 de março de 2018.

José Carlos Gentili